quarta-feira, 20 de maio de 2020

VÍRUS







  1. Não são seres vivos.
  2. Não tem metabolismo, não são compostos por células.
  3. São parasitas, ou seja, dependem de um hospedeiro para se multiplicarem.
  4. São visíveis apenas ao microscópio eletrônico.
  5. Tem uma cápsula proteica  e no seu interior o DNA ou RNA.
  6. O vírus liga-se  à membrana da célula hospedeira e liberta o seu material genético que se multiplica dentro da célula.
  7. A célula morre e liberta novos vírus que vão infectar outras células.
  8. Alguns são eliminados pelo Sistema Imunitário.
  9. Outros ficam latentes e só se manifestam quando as defesas da pessoas estão baixas.
Imunidade Inata/ Natural

A imunidade inata é responsável pela resposta imune inicial que previne a infecção do hospedeiro e pode muitas vezes eliminar o patógeno.É a primeira linha de defesa contra patógenos..Possuem a função de antibiótico natural.

Componentes da  Imunidade Inata

  • Barreiras naturais: Pele, mucosas, pH, muco, ácidos graxos...
  • Células de Defesa: Neutrófilos,Eosinófilos,Basófilos,Mastócitos,Macrófagos, células dendríticas e células NK (reação inflamatória).
Em outro momento estarei postando assunto mais aprofundado sobre os dois últimos tópicos.


Fonte: Bio Sônia Lopes
           Imunidade Inata- Lucas Carvalho
Imagens: Google

terça-feira, 19 de maio de 2020

SEGUINDO A TRILHA DA ALIMENTAÇÃO DA HUMANIDADE

Os hábitos alimentares de uma dieta mais natural, atualmente, ainda são seguidos por civilizações que se espelham nas formas alimentares antigas.
Segundo o antigo testamento o homem deveria ser vegetariano. Gen: 1:27
A Bíblia mostra que os homens que viveram nesta época vegetariana chegaram a idades hoje inalcançáveis.
  1. Adão- 930 anos
  2. Matusalém- 969 anos (o homem que mais viveu).
Após o dilúvio, Abraão 175 anos e Moisés 120 anos. Por que viviam tanto?
Estudos sugerem algumas explicações:
  1. Maior quantidade de oxigênio na atmosfera.
  2. Maior pressão barométrica.
  3. Vegetação mais rica em nutrientes.
  4. A carne não fazia parte da alimentação.
Em  Gênesis (9:1-4) também encontramos referências a alimentação vegetariana.
Nossa saliva é alcalina e contém ptialina, que nos ajuda a digerir os carboidratos.
Somos diferentes dos animais carnívoros em relação ao sistema digestório. Nossos ácidos internos e intestino são mais adaptados aos vegetais, portanto somos menos aptos na digestão das carnes. Temos sete vezes mais dentes para processarmos vegetais e frutas do que carne.
Jesus, como bom judeu, comia baseado nas leis de Levítico e Deuteronômio, ou seja, Jesus deveria comer pouca carne, e a mesma deveria ser "limpa", como peixes e aves.
Na dieta judaica( Kosher), o ideal seria a vegetariana.
Se, contudo, não puder controlar seus desejos por carne, que esta seja Kosher.
Embora a milênios de distância a dieta de Jesus ainda serve de modelo de condutas e práticas para a imunidade, bem-estar e equilíbrio fisiológico.

E como está o ecossistema onde você vive?
De que forma você está contribuindo para ter um ecossistema equilibrado?
De que forma você está contribuindo com a Biosfera?

Vamos relembrar um pouco de Biologia?
Num ecossistema equilibrado os componentes bióticos podem ser classificados em produtores, consumidores e decompositores. Nos ecossistemas aquáticos os produtores são representados pelo fitoplâncton e nos terrestres pelas plantas. Ao obter alimento, qualquer organismo estará obtendo energia e matéria.Assim, numa cadeia alimentar, a disponibilidade de energia maior está nos seres produtores, ou seja, as plantas possuem grande quantidade de nutrientes que nos fornecem energia e vitalidade, bem como produzem enzimas antioxidantes que eliminam as toxinas de nosso corpo. Já o nível dos  consumidores primários, secundários, terciários, os animais que o homem mata para obter carne, possuem pouca energia (poucos elétrons), pois possuem muita química  ( transgênicos,corantes, hormônios, nitratos,nitritos, sulfitos,glutamatos,...),são produtos sem energia e com muitas toxinas, os seja,os radicais livres  que você está ingerindo  que provocam doenças em seu organismo.
E você está ingerindo mais energia dos produtores ou consumidores?
Você possui autonomia, para mudar os paradigmas e implantar um estilo de vida saudável em tempos radicais de pandemia do Coronavírus.

 Observe a imagem abaixo e tire suas próprias conclusões...



Fonte: A Dieta de Jesus- Heloísa Bernardes
           Biologia- Paulino
           Semav- Gabriela Chaves
Imagem: realizeeducação.com.br

         
         

REGRESSO EM TEMPOS DE PANDEMIA DO CORONAVÍRUS

Querido Blog e Seguidores!

Depois de algum tempo afastados retorno com algumas justificativas.
"Que teus sonhos sejam sempre maiores que teus medos". Frida Kahlo
Nesse período fui atrás dos meus sonhos e projetos pessoais trilhando o caminho das Artes, Fotografia, Culinária, Reflexologia, Saúde, Pilates, pesquisas, cursos on-line e presenciais...Irei mostrar meus trabalhos e pesquisas no decorrer das postagens.



Fotomontagem
Clair Ramos de Melo


Mas, agora nesse período da Pandemia  do Coronavírus urge um sentimento de contribuir com meus conhecimentos e cursos adquiridos com a humanidade. Iniciei confeccionando máscaras para pessoas do grupo de risco e vulnerabilidade social, mas senti que precisava contribuir  de uma forma mais profunda. Quando via as estatísticas na mídia sentia um aperto no peito e perplexidade. Creio que também estejam sentindo essas sensações angustiantes e de perplexidade com as estatísticas de óbitos e contaminados pela Covid-19 no mundo. Então, comecei a fazer leituras em meus livros de Biologia, revistas,jornais , sites de  pesquisas e cursos on- line sobre o Coronavírus. 
Vendo as estatísticas mundiais fiz uma analogia em relação aos países com mais contaminados e óbitos. Na  época o Brasil estava em sétimo lugar de óbitos e muitas indagações e provocações me nortearam.
  • Por que alguns países pobres não possuem muitos óbitos?
  • Por que os países de primeiro mundo estão com as estatísticas bem elevadas?
  • Qual o seu hábitat e nichos ecológicos?
  • Qual a gastronomia desses povos?
  •  E muitas outras indagações...
E você já parou para pensar sobre isto?


domingo, 18 de fevereiro de 2018

CANELA-DE-VELHO, UMA PLANTA MILAGROSA CONTRA ARTROSE, ARTRITE E DORES EM GERAL


A canela-de-velho, Miconia albicans, é uma planta muito comum no Nordeste brasileiro. Pertence ao gênero botânico Miconia, da família Melastomataceae, que tem diversas contribuições na medicina popular. Vale a pena você conhecer e, se tiver alguma inflamação dolorosa, experimentar.
De que planta estamos falando?
A Miconia albicans é uma planta arbustiva (de 0,7 a 3 m de altura) também conhecida como quaresmeira-de-flor-branca, prima das outras quaresmeiras - de flor roxa e rosa - que já conhecemos. Mas, há outras plantas que são conhecidas como canela-de-velho portanto, é importante o nome científico para você saber o que está tomando. Para te ajudar na identificação correta, dê uma lida aqui.
Uma outra canela-de-velho é a Cenostigma macrophyllum Tul. var. acuminata ou caneleiro, árvore do Paraná.
A canela-de-velho (Miconia albicans) já é bastante estudada por suas propriedades medicinais e curativas assim como outras plantas do mesmo gênero.
Para além do uso popular já consagrado, você poderá conferir alguns links de estudos científicos sobre essa planta: pela ação analgésica, anti-inflamatória e anti-microbiana.

Seu uso para tratar doenças dolorosas como artrites, artroses e reumatismo tem ampla comprovação nas comunidades tradicionais da região nordeste.
Alguns estudos apontam também as suas propriedades terapêuticas no tratamento do Mal de Chagas pois afeta o Tripanossoma cruzis, causador desta doença.
Propriedades medicinais: Anti-inflamatória, analgésica (anti-nociceptivo), antioxidante, antimutagênica, antimicrobiana, antitumoral, hepatoprotetora, tônica digestiva

Tratamento terapêutico: Artrose, artrite reumatóide, fibromialgia, dores e inflamação das articulações, dores na coluna, bursite, redução de radicais livres, purificação do sangue, reumatismo, tendinite e muito mais.

Fonte:www.greenme.com.br
Acessado em: 18/02/2018

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

Aroeira vermelha brasileira neutraliza superbactérias


Apesar de ser nativa do Brasil, a aroeira vermelha se propagou por todas as Américas - nos EUA ela ocorre principalmente na Flórida. 
[Imagem: Emory University]



Flavona

As frutas vermelhas da aroeira vermelha brasileira (Schinus terebinthifolia) contêm um extrato com o poder de neutralizar as perigosas bactérias resistentes aos antibióticos, responsáveis pela morte de um crescente número de pacientes.
"Os curandeiros tradicionais da Amazônia usam a aroeira vermelha brasileira há centenas de anos para tratar infecções da pele e dos tecidos moles. Nós separamos os ingredientes químicos das bagas e as testamos sistematicamente contra bactérias causadoras de doenças para descobrir um mecanismo medicinal desta planta," conta a pesquisadora Cassandra Quave, da Universidade de Emory (EUA).
Um composto refinado extraído das bagas, rico em flavona, inibiu a formação de lesões cutâneas em animais de laboratório infectados com a bactéria MRSA (Staphylococcus aureus resistente à meticilina).
O medicamento natural funciona, não matando as bactérias MRSA, mas reprimindo uma proteína que permite que elas se comuniquem umas com as outras. Bloquear essa comunicação impede que as células adotem uma ação coletiva para formar biofilmes, as tão temidas colônias de bactérias resistentes aos antibióticos.

Sem efeitos colaterais

A descoberta pode levar a novas formas de tratar e prevenir as infecções resistentes aos antibióticos, um problema crescente em nível mundial. Algumas das bactérias mais fortes sobrevivem a estes medicamentos e proliferam, passando adiante seus genes e levando a gerações das chamadas superbactérias.
O extrato de aroeira vermelha brasileira não oferece esse risco porque ele funciona simplesmente interrompendo a sinalização das bactérias MRSA, sem matá-las. Os pesquisadores também descobriram que o extrato não prejudica os tecidos da pele dos animais ou as bactérias normais e saudáveis encontradas na pele.
"Ele essencialmente desarma as bactérias MRSA, impedindo que elas excretem as toxinas que usam como armas para danificar os tecidos. O sistema imunológico normal do corpo, em seguida, tem uma melhor chance de curar o ferimento," disse Quave.
Os resultados foram publicados na revista Nature Scientific Reports

Fonte: www.inovaçãotecnologica.com.br
Fonte: 24/02/2017

Bactérias intestinais têm influência decisiva no Mal de Alzheimer

Primeiro Parkinson, agora Alzheimer

Uma pesquisa feita na Universidade de Lund (Suécia) deu suporte à hipótese de que as bactérias intestinais aceleram o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
A conexão entre as bactérias intestinais e a doença de Parkinson já está bem estabelecida, o que levou os pesquisadores a estudar também a conexão com o Alzheimer - hoje já se sabe que o intestino parece formar um "segundo cérebro", tamanha é sua conexão com o sistema nervoso.
Como as nossas bactérias comensais têm um grande impacto sobre nossa saúde geral, sobretudo através de interações entre o sistema imunológico, a mucosa intestinal e a nossa dieta, a composição da microbiota intestinal passou a ser de grande interesse para as pesquisas sobre doenças neurológicas e neurodegenerativas.
A composição da nossa microbiota intestinal depende de quais bactérias recebemos no nascimento, dos nossos genes e da nossa dieta.

Bactérias intestinas e Alzheimer

Ao estudar camundongos saudáveis e doentes, os pesquisadores descobriram que os camundongos que sofrem de Alzheimer têm uma composição de bactérias intestinais diferente.
A equipe também estudou a doença de Alzheimer em camundongos completamente livres de bactérias, para testar ainda melhor a relação entre as bactérias intestinais e a doença. Os camundongos sem bactérias apresentaram uma quantidade significativamente menor de placas beta-amiloides no cérebro.
Para esclarecer a conexão entre a flora intestinal e a ocorrência da doença neurológica, os pesquisadores então transferiram bactérias intestinais de camundongos doentes para camundongos sem germes e constataram que estes últimos desenvolveram mais placas beta-amiloides no cérebro em comparação com o grupo que recebeu bactérias de animais saudáveis.
"Nosso estudo é único porque mostra um nexo causal direto entre as bactérias intestinais e a doença de Alzheimer. É marcante que os camundongos completamente livres de bactérias desenvolvam muito menos placas no cérebro," disse a pesquisadora Frida Fak Hallenius.

Dieta e probióticos

Os pesquisadores pretendem agora testar novos tipos de estratégias preventivas e terapêuticas contra o Alzheimer com base na modulação da microbiota intestinal através da dieta e de novos tipos de probióticos.

"Os resultados significam que agora podemos começar a pesquisar maneiras de prevenir a doença e retardar sua manifestação. Consideramos que este é um grande avanço, já que até agora só podemos administrar medicamentos antirretrovirais que aliviam os sintomas," finalizou Hallenius.

Fonte: www.inovaçaotecnologica.com.br
Acessado em: 24/02/2017

Biopneus: Pneus renováveis feitos de biomassa


                                                 Biopneus: Processo produz pneus renováveis de biomassa


Pneus renováveis
Uma nova tecnologia para produzir pneus de automóveis usando matérias-primas vegetais - árvores e gramíneas - promete virar a indústria em direção ao uso de recursos renováveis.
Os pneus de carro são vistos como ambientalmente hostis porque são predominantemente feitos de combustíveis fósseis e não há muito o que fazer com eles depois que chegam ao final de sua vida útil. Contudo, até hoje não existem materiais alternativos em termos de preço e desempenho.
A equipe que desenvolveu o novo processo afirma que os pneus de carro produzidos a partir da biomassa serão idênticos aos pneus atuais, com a mesma composição química, cor, forma e desempenho.
"Nossa equipe criou um novo processo químico para fazer isopreno, a molécula-chave nos pneus de carro, a partir de produtos naturais como árvores, gramíneas ou milho. Esta pesquisa poderá ter um grande impacto sobre a multibilionária indústria de pneus de automóveis," disse o professor Paul Dauenhauer, da Universidade de Minnesota, nos EUA.
Isopreno biológico
Hoje, o isopreno é produzido separando-se termicamente moléculas no petróleo que são semelhantes à gasolina, em um processo chamado craqueamento. O isopreno é então separado de centenas de outros produtos e purificado. No passo final, o composto é posto para reagir consigo mesmo, formando cadeias longas que originam um polímero sólido que é o componente principal dos pneus de automóvel.
O isopreno de biomassa, por sua vez, é fabricado a partir de açúcares extraídos de plantas como gramíneas, árvores ou milho, em um processo de três passos "hibridizado", o que significa que ele combina a fermentação biológica, usando microrganismos, com a refinação catalítica convencional, que é semelhante à tecnologia de refinação do petróleo.
O primeiro passo é a fermentação microbiana dos açúcares da biomassa, como a glicose, para se obter um composto intermediário, chamado ácido itacônico. No segundo passo, o ácido itacônico reage com hidrogênio, gerando um produto químico chamado metil-THF (tetrahidrofurano). Esta etapa foi otimizada quando a equipe identificou uma combinação metal-metal única que serviu como um catalisador altamente eficiente.
Mas o grande avanço tecnológico do processo está no terceiro passo, quando o metil-THF é desidratado para gerar o isopreno. Usando um catalisador recentemente descoberto, chamado P-SPP (pentasil autoempilhado fosfórico), a equipe foi capaz de demonstrar uma eficiência catalítica de até 90%, com a maior parte do produto catalítico sendo isopreno.
Combinando as três etapas em um processo, o isopreno renovável pode ser obtido de forma renovável a partir da biomassa.
A tecnologia foi patenteada e está disponível para licenciamento pela Universidade.

Fonte: www.inovaçaotecnológica.com.br

Acessado em: 24/02/2017