sexta-feira, 22 de novembro de 2013

Smartphone se transforma em hospital de bolso

Os celulares são usados por todos, a todo o momento e em qualquer lugar. Em média, um usuário passa 81 minutos por dia manuseando o aparelho. Com o smartphone, as pessoas praticamente tem o mundo na ponta dos dedos, inclusive a saúde e a qualidade de vida.
A LifeWatch V lança o primeiro smartphone capaz de realizar exames médicos. Entre checar o Facebook e o email, quem tem algum problema de saúde pode fazer testes como um eletrocardiograma, medir variáveis do corpo, nível de estresse, frequência cardíaca, gordura corporal e temperatura. Para os diabéticos, o aparelho também permite medir o nível de açúcar no sangue com um kit de tiras que vem com o celular.
celular, que é praticamente um hospital de bolos, possui diversos sensores ao seu redor e quando seus dedos tocam os dispositivos, os exames podem ser realizados. Entretanto, o celular não substitui uma visita ao médico. Mas por ser um smartphone, você pode manter o seu médico conectado aos resultados dos seus exames durante o dia.
Além dos testes de saúde, o LifeWatch V vem com aplicativos que podem ajudar a mudar os hábitos alimentares e incentivam a atividade física. Para quem coloca a saúde em primeiro lugar, o celular promete trazer muitas novidades.
O hospital de bolso teve sua primeira demonstração na Suíça e a empresa base está em Israel. Mas será que ele chegará até os mercados brasileiros?

Fonte: Blog da saúde
Acessado em: 22/11/2013



quinta-feira, 24 de outubro de 2013

O que é chuva ácida?

Fenômeno é capaz de matar animais e vegetais e comprometer ecossistemas




É toda chuva que tem um pH abaixo de 7, o índice normal da água. Se essa regra for levada ao pé da letra, porém, toda chuva poderá ser considerada assim, já que sempre existe alguma concentração de ácidos nas torrentes. O bicho só pega mesmo quando o nível é de 5,6 ou menos: a partir daí, ela se torna capaz de matar peixes, destruir o solo e corroer materiais sólidos. 
O fenômeno rola porque as nuvens de chuva não são formadas só por vapor d’água, mas também por gases diversos. Os componentes gasosos da poluição, como o dióxido de carbono (CO2), o dióxido de enxofre (SO2) e o óxido de nitrogênio (NO), se misturam a eles e podem, inclusive, viajar com o vento e contaminar a chuva de outras cidades. 
Quanto mais poluído o ar, mais ácida é a chuva - cidades com alta atividade industrial têm níveis piores. O governo canadense, por exemplo, estima que mais de 14 mil lagos do país tenham água ácida, por causa da chuva. No Brasil, há chuva ácida em lugares como a região metropolitana do Rio e Cubatão (SP).
DRINQUE CORROSIVO

Beber chuva ácida pode causar hipertensão, problemas renais e pulmonares, mas só se o consumo for constante e por muito tempo. A acidez ocasional não nos causa dano. Um copo de suco de limão, por exemplo, tem pH 2
GOTAS DE MALDADE 

Fenômeno é capaz de matar animais e vegetais e comprometer ecossistemas 
MORTE NO MAR

As piores consequências são para lagos, rios e mares. A água contaminada por metais pesados, como o alumínio, o ferro e o magnésio, se torna tóxica para peixes e outras espécies aquáticas, matando-os. Isso compromete toda a cadeia alimentar da região, afetando pássaros e outros animais
TERRA EM TRANSE

O solo de matas e florestas é capaz de anular parte do efeito da chuva ácida, mas não todo. Ela dissolve nutrientes, como cálcio e potássio, comprometendo a nutrição da árvore, ao mesmo tempo que deposita materiais tóxicos no solo, como alumínio. A vegetação vai enfraquecendo gradativamente
CIDADE EM RUÍNAS

Pode levar décadas, mas pedras como calcário e mármore não resistem à chuva ácida - o carbonato de cálcio nesses materiais reage com os ácidos. Construções históricas, como o Taj Mahal, sofrem com isso. Metais de pontes, trilhos, canos e afins também desgastam, por oxidação seguida de corrosão.


Fonte:planetasustentavel.com.br
Acessado em: 24/10/2013

sábado, 19 de outubro de 2013

Por que temos a impressão de ouvir o barulho do mar quando encostamos o ouvido em uma concha?

Com seu interior semelhante a um labirinto em espiral, a concha funciona como uma caixa de ressonância, que concentra e amplifica os sons, produzindo um efeito apenas parecido com o barulho do mar. Esse fenômeno, conhecido como reverberação, é a soma dos vários ecos gerados dentro da concha. "Ela está, na verdade, captando os sons residuais do ambiente, aqueles que não são registrados normalmente porque se propagam em todas as direções; isto é, passam direto pelo ouvido", afirma o otorrinolaringologista Perboyre Sampaio, do Hospital das Clínicas de São Paulo. As ondas sonoras repercutem dentro da concha, refletindo em suas paredes como a fala de alguém numa caverna. Vale lembrar que a reverberação não surge do nada: se estivermos em um compartimento fechado, em silêncio absoluto, não adiantará levar a concha ao ouvido.
Crianças aborígenes australianas brincam com conchas marinhas: o ruído que se ouve em seu interior é apenas uma amplificação do som ambiente.
A estrutura em espiral faz a concha funcionar como uma caixa de ressonância, amplificando o som ambiente.
Fonte: mundoestranho.com.br
Acessado em: 19/10/2013

quinta-feira, 22 de agosto de 2013

Dieta do Mediterrâneo contra a depressão



Notícia fresquinha do 12º Congresso Nacional da Sociedade Brasileira de Alimentação e Nutrição, que acontece de 13 a 16 de agosto em Foz do Iguaçu, no Paraná. A pesquisadora brasileira Livia Carvalho, do Departamento de Epidemiologia e Saúde Pública da University College London, na Inglaterra, acaba de apresentar evidências que colocam a já célebre dieta do Mediterrâneo — que inclui azeite de oliva, peixes, frutas, verduras e vinho tinto — como aliada contra a depressão e os danos fisiológicos desencadeados por ela. 

Esse papel tão benéfico é justificado pelo poder de esse cardápio amenizar inflamações no corpo. Explicamos: os estudiosos observam, nos últimos anos, que o estado depressivo eleva a concentração de moléculas inflamatórias na corrente sanguínea. É justamente por isso que pessoas angustiadas correm maior risco de problemas cardiovasculares, por exemplo. Mais substâncias inflamatórias correndo pelo sangue significa maior probabilidade de formação de placas capazes de entupir artérias e provocar infartos e derrames. 

Pois bem, acontece que surgem cada vez mais indícios de que essa via inflamatória funciona em mão dupla: o próprio estado perene de inflamação contribuiria para o surgimento e a permanência do quadro depressivo. Daí a importância de medidas no estilo de vida com potencial para regular a inflamação que toma conta do organismo. 

É aí que entra a dieta do Mediterrâneo. O azeite, os vegetais e seus pescados contam com nutrientes que, juntos, ajudariam a minguar a quantidade de moléculas incendiárias circulantes. O peixe tem ômega-3, gordura de ação anti-inflamatória, e o azeite e as frutas são redutos de substâncias que enfrentam o estresse fisiológico que abre alas à inflamação. 

O menu largamente difundido no mundo da nutrição ganha pontos, portanto, não apenas por resguardar o coração. Agora, segundo as informações apresentadas no congresso pela professora Livia, essa regulação inflamatória por meio da dieta dá provas de que auxilia a controlar (e até a prevenir) a depressão, distúrbio em ascensão que afeta milhões de brasileiros.

Fonte: www.revistasaude.com.br
Acessado em: 22/08/2013

domingo, 14 de julho de 2013

O perigo dos anabolizantes

Os anabolizantes aumentam a massa muscular e os riscos de diversas complicações.
Vivemos em uma sociedade onde o culto ao corpo é um aspecto bastante reforçado pela grande mídia, fazendo com que muitas pessoas se sintam descontentes com sua imagem, podendo até mesmo chegar a extremos em busca do que, em sua concepção, seria um “corpo perfeito”. No caso de adolescentes, esse pode ser um problema sério, ao considerarmos que estão em fase de mudanças corporais e que determinadas atitudes e escolhas podem influenciar negativamente este processo. 

Um destes caminhos é o uso de anabolizantes, principalmente por garotos, guiados pela ideia de ter um corpo musculoso. Tais substâncias são produtos sintéticos semelhantes à testosterona, que provocam o ganho muscular por meio da retenção de íons e água. 

Estes produtos são recomendados para aqueles que apresentam um quadro de deficiência deste hormônio, reposição muscular após rompimento de tendões, dentre outros casos sob aval médico. Entretanto, seu uso tem sido feito sem prescrição e de forma contínua. Assim, podem provocar nestes indivíduos uma gama de complicações, como problemas renais e hepáticos, rigidez muscular (que pode aumentar fraturas espontâneas), hipertrofia cardíaca, aumento da pressão arterial e maiores riscos de sofrer infarto do miocárdio e de cânceres. Além disso, o usuário está sujeito a sofrer de atrofia testicular, esterilidade e impotência, pela diminuição dos hormônios que estimulam a produção de testosterona (FSH e LH). Muitas vezes utilizado concomitantemente aos anabolizantes, suplementos alimentares ricos em proteína podem provocar a sobrecarga dos rins, e gerar quadros de carência nutricional caso não seja adotada uma dieta equilibrada. 

Fonte: educador.brasilescola.com
Acessado em: 14/07/13

sábado, 22 de junho de 2013

Como nascem os cravos e as espinhas?

A história da espinha começa bem antes de acordarmos diante de uma grande, vermelha e desagradável surpresa no meio do rosto. Na verdade, tudo tem início com a formação de um cravo semanas ou até meses antes de aquela espinha cheia de pus aparecer. Os cravos nascem por dois motivos: um aumento na gordura produzida em glândulas da pele e o entupimento nos poros por onde essa gordura deveria ser liberada. "Em geral, os poros entopem por causa da produção excessiva de queratina (substância fabricada naturalmente pelo corpo), que atrapalha a saída da gordura. Mas produtos de beleza, principalmente os gordurosos, podem ter o mesmo efeito", diz a dermatologista Ana Schor, da clínica Vertex, em São Paulo (SP). A transformação de um cravo em espinha ocorre quando ele enfrenta uma infecção, uma reação do corpo à presença de bactérias no local.

como-nascem-os-cravos-e-as-espinhas
O problema, chamado genericamente de acne, pode aparecer em qualquer idade, mas piora na adolescência, quando atinge 80% dos jovens - o aumento no nível de hormônios no corpo incentiva a produção de gordura na pele. Para evitar que o ciclo comece, os especialistas recomendam alguns cuidados. O primeiro é lavar o rosto duas vezes por dia com sabonete antibactericida ou com ácido salicílico - que deixa a pele mais fina, evitando o entupimento dos poros. O segundo é evitar o excesso de sol (que engrossa a pele) ou, quando isso for inevitável, proteger-se com filtros solares em gel, que não são gordurosos.
Também é bom ficar longe das "infalíveis" receitas caseiras, que recomendam desde pasta de dente até cremes multiuso para enfrentar as espinhas, produtos que podem causar manchas, alergias e queimaduras. Existem, é verdade, cremes e medicamentos específicos que ajudam a controlar o problema, mas eles devem ser sempre indicados por um dermatologista. Vale lembrar também que o chocolate não tem nada a ver com a acne. Até hoje não há qualquer comprovação científica de que alguns alimentos provoquem espinhas.
Fonte: www.mundoestranho.abril.com.br
Acessado em: 22/06/2013
Quer saber mais!
Na internet:
www.dermatologia.hpg.ig.com.br/pele_acne.htm
www.naturale.med.br/acne_ativa.htm
www.nlm.nih.gov/medlineplus/tutorials/acne/dm019101.html