sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Dia das Aves

O dia 5 de outubro é dedicado às aves. Um dos acontecimentos principais dos festejos é dar liberdade às aves recém-caçadas e mantidas em cativeiro. A lei 5.197/67 dispõe de normas ambientais que tutelam a fauna, exatamente porque o objetivo maior é preservar essa parcela do ambiente. Precisamos proteger as aves contra os caçadores, que fazem das caçadas um motivo de esporte e também da biopirataria, que além de ilegal pode causar a extinção da espécie. As aves são extremamente necessárias ao equilíbrio ecológico,atuando como disseminadoras de sementes e como agentes polinizadoras. Através da beleza de seu canto, de sua plumagem colorida, de variados tipos de ninhos e de habitats, elas exercem grande contribuição aos ecossistemas do planeta Terra. É nosso dever protegê-las e amá-las. Um modo de proteger as aves para evitar que se extinguam é divulgar a legislação específica da fauna  e manter o seu ambiente natural preservado.

                                                        Bem-te-vi





segunda-feira, 1 de outubro de 2012

Estudo de Campo do Reino Plantae ou Metaphita

                                              


Segundo a hipótese mais aceita, elas evoluíram a partir de ancestrais protistas.Provavelmente, esses ancestrais seriam tipos de algas pertencentes ao grupo dos protistas que se desenvolveram na água. A     partir dessas e de outras semelhanças, supõe-se que as algas verdes aquáticas são ancestrais diretas das plantas. 
Os organismos do Reino Plantae são multicelulares, com células eucarióticas. São autossuficientes, ou seja, produzem o próprio alimento através da fotossíntese, sendo assim chamados de autótrofos. Todas as células vegetais possuem celulose em sua parede celular, vacúolos e cloroplastos em seu interior.
Os vegetais foram os primeiros colonizadores do planeta Terra. Graças à sua autossuficiência alimentar, eles conseguiram conquistar o ambiente. É através das plantas que a vida no planeta se mantém.
Os vegetais são classificados quanto à presença ou ausência de flores. As plantas que não possuem flores e cuja estrutura reprodutora é pouco visível são chamadas de criptógamas; e as plantas que possuem flores e cuja estrutura reprodutora é bem visível, denominamos fanerógamas.
As plantas, quanto à presença ou ausência de vasos condutores, são classificadas em plantas avasculares e vasculares.
As plantas avasculares são destituídas de vasos condutores da seiva. Os filos que apresentam vegetais avasculares são:
- Filo Bryophyta (musgos)
As plantas vasculares, também chamadas de traqueófitas, possuem vasos condutores de seiva. Dentre os vegetais vasculares há os que possuem sementes e os que não possuem sementes.
Os filos que possuem vegetais vasculares, que não possuem sementes, são:
-  Filo Pterophyta (samambaias e avencas);
Os filos vegetais que apresentam plantas vasculares com sementes são as Gimnospermas e as Angiospermas.
1. Gimnospermas: vegetais que não apresentam flores, criptógamas e nem frutos.
2.    Angiospermas: vegetais que apresentam flores e frutos.
Através de um estudo de campo orientado nas dependências do Seminário São José, os alunos puderam observar a variedade do Reino Plantae, através dos musgos, samambaias, pinheiros, cycas,e grande variedade de angiospermas e suas estruturas.

O estudo de campo foi orientado pela professora de Biologia Clair Ramos de Melo.
Realizado no Seminário São José - Santa Maria -RS

domingo, 30 de setembro de 2012

Alimentação colorida traz mais saúde e emagrece

Vermelhos 

A cor avermelhada é conseqüência do licopeno, um pigmento que atua como antioxidante celular. Também possuem vitamina C, antioxidante que oferece proteção contra doenças e estresse. Os grandes representantes são frutas como caqui, cereja, framboesa, goiaba, melancia, morango, nectarina, pitanga, romã e tomate, além da beterraba e do pimentão vermelho.
Amarelos e laranjas -A cor amarelada é consequência do betacaroteno, também conhecido como pró-vitamina A, que atua como antioxidante contra radicais livres e na manutenção dos tecidos e dos cabelos, beneficia a visão noturna e melhora a imunidade. Estes alimentos também são ricos em vitamina C, que atua como antioxidante e participa da síntese de colágeno da pele. Os principais representantes destas cores são abacaxi, manga, maracujá, melão, milho, abóbora, ameixa, caju, carambola, damasco, cenoura, laranja, mamão, pimentão amarelo e tangerina.
Verdes
A cor dos alimentos verdes é resultante da clorofila, conhecida como um potente energético celular. Mas estes alimentos também possuem quantidades consideráveis de diversos outros nutrientes, como betacaroteno e luteína, ambos antioxidantes, folatos, vitaminas C e E, cálcio, ferro e potássio. Esta cor tem como representantes as folhas verdes, como acelga, alface, repolho, salsa, agrião, chicória, couve, espinafre, rúcula, escarola e manjericão, além de abacate, abobrinha, quiabo, pimentão verde, brócolis, vagem, kiwi, ervilha, limão e pepino.
Roxos 
Alimentos nas tonalidades roxa, preta ou azulada contém antocianina, um tipo de pigmento ligado à presença da vitamina B1. Conhecida como a vitamina da disposição, a B1 é essencial para a transformação dos carboidratos e outros nutrientes que ingerimos em energia. Entre seus benefícios está o aumento da disposição mental e a manutenção do funcionamento normal do sistema nervoso, dos músculos e do coração. Alcachofra, ameixa, amora, berinjela, feijão-preto, figo, jabuticaba, uva, repolho roxo são os principais representantes.
Brancos - A cor branca é resultante da flavina, que indica alimentos ricos em minerais, como cálcio e fósforo que ajudam na manutenção dos ossos e dentes, carboidratos e vitamina B6, que favorece a respiração das células e ajuda no metabolismo das proteínas. Alho, banana, batata, cebola, couve-flor, feijão branco, maçã, pêra, palmito, chuchu, cogumelo, mandioca, nabo e rabanete são os principais representantes.
Marrons- Os cereais integrais e as sementes oleaginosas são os grandes representantes deste grupo. Os cereais, por causa da grande quantidade de fibras que poiga.ssuem, regulam o funcionamento do intestino, além de ajudar a controlar o colesterol e a diabetes. Já as oleaginosas são excelentes fontes do mineral selênio e de vitamina E, ambos com funções antioxidante, vasodilatador, anticoagulante e contra a fadiga.

Fonte: www.cristianaarcangeli.com.br

Acessado em: 30/9/2012

Reciclando

Saiba como fazer um comedouro de pássaros reutilizando PET



É divertido alimentar os pássarosem qualquer época do ano. No entanto, dependendo do comedouro, a “brincadeira” pode ficar cara. Para solucionar os problemas finaceiros e atrair uma boa variedade de pássaros, construa seu próprio alimentador, reutilizando materiais.

O CicloVivo separou duas opções que podem enfeitar o seu quintal, ambos feitos com garrafas PET.

1. Este alimentador de pássaro reciclado tem um design rústico. Para montá-lo serão necessários, duas garrafa PET (uma pequena e uma grande), tinta à prova d’água, fio de nylon e casca de árvore.

As garrafas precisam ter tamanhos diferentes para que o telhado possa ser feito. Corte a parte superior da garrafa maior, na altura da primeira linha. A seguir, corte logo abaixo do gargalo. A garrafa vai ficar com um aspecto de “saia”, que será encaixada na garrafa menor. Este será o telhado.

A seguir, faça uma abertura circular na lateral da garrafa pequena, conforme mostra na galeria. É necessário fazer um furo logo abaixo da abertura, para poder encaixar o puleiro, e outro furo na mesma direção, do lado oposto da garrafa. Para o puleiro, é possível usar um galho, que transpassa os dois lados da garrafa. Feito os cortes, passe uma lixa para aparar as rebarbas ou cole uma fita adesiva colorida para não machucar. Se desejar colorir o comedouro, passe a tinta na cor desejada e espere secar.

Faça um furo na tampa da garrafa pequena, passe um fio de nylon, dê um nó [na parte de dentro]. Coloque a comida do passarinho até a altura da entrada do buraco, para que o pássaro alcance a comida, mas que não caia de dentro.

A seguir, cole as cascas de árvore com cola quente, em volta da “saia” feita com a garrafa grande. Faça várias camadas para dar a aparência de um telhado e proteger bem a entrada. Encaixe as partes e tampe a garrafinha. Agora, basta pendurar seu comedouro no quintal.

2. Este comedouro é muito mais simples de ser feito. Serão necessários apenas uma garrafa PET, do tamanho que desejar e duas colheres de pau. Faça dois pares de furos opostos, onde ficará preso o cabo da colher e um pouco mais largo na parte da boca, para que a comida possa sair pelo furo.

Coloque a colher e faça um furo na tampa para amarrar o fio. Acrescente a comida e o comedouro está pronto.

Fonte: www.planeta10.com.br
Acessado em: 30/9/2012



Água Potável, porém contaminada


A água potável fornecida em 16 capitais brasileiras, onde vivem aproximadamente 40 milhões de pessoas, apresenta contaminação por substâncias ainda não legisladas, mas que podem ser potencialmente nocivas à saúde humana. A constatação é de uma pesquisa desenvolvida pelo Instituto Nacional de Ciências e Tecnologias Analíticas Avançadas (INCTAA), que está sediado no Instituto de Química (IQ) da Unicamp, em colaboração com outras instituições.
Os pesquisadores identificaram, por exemplo, a presença de cafeína em todas as 49 amostras coletadas no cavalete (cano de entrada) de residências espalhadas pelas cinco regiões do país. “Esse dado é relevante, pois a cafeína funciona como uma espécie de traçador da eficiência das estações de tratamento de água. Ou seja, onde a cafeína está presente, há grande probabilidade da presença de outros contaminantes”, explica o professor Wilson de Figueiredo Jardim, coordenador do estudo e do Laboratório de Química Ambiental (LQA) do IQ.Além de cafeína, os cientistas também encontraram nas amostras analisadas concentrações variadas de atrazina (herbicida), fenolftaleína (laxante) e triclosan (substância presente em produtos de higiene pessoal). No caso da cafeína, as duas capitais que apresentaram maiores níveis de contaminação pela substância foram, respectivamente, Porto Alegre e São Paulo. “A liderança de Porto Alegre nesse ranking foi uma surpresa. Há uma hipótese para explicar a situação, mas ela evidentemente depende de confirmação. Segundo essa conjectura, a contaminação estaria ocorrendo porque os gaúchos são grandes consumidores de erva mate, que, por sua vez, tem grande concentração de cafeína. Quanto aos humanos, prossegue Wilson Jardim, há indícios de que os contaminantes não legislados, especialmente hormônios naturais e sintéticos, como o estrógeno, podem provocar mudanças no sistema endócrino de homens e mulheres. Uma hipótese, que carece de maiores estudos, considera que esse tipo de contaminação poderia estar contribuindo para que a menarca (primeira menstruação) ocorra cada vez mais cedo entre as meninas. 
Conforme Wilson Jardim, o trabalho de análise da água potável fornecida nas 16 capitais contou com a participação de 25 pesquisadores das seguintes instituições, além da Unicamp: Universidade de Brasília (UnB), Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), Universidade Federal da Paraíba (UFPB), Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF) e Universidade Federal do Paraná (UFPR). [...] por não serem legislados, esses contaminantes emergentes – são emergentes não porque são novos, mas porque estão cada vez mais presentes no ambiente – não são monitorados com frequência. Ademais, a ciência ainda não sabe ao certo qual o limite de proteção ao ser humano e nem que efeitos deletérios eles podem causar ao organismo do homem. “Entretanto, já dispomos de estudos científicos que apontam que esses compostos têm causado sérios danos aos organismos aquáticos. Está comprovado, por exemplo, que eles podem provocar a feminização de peixes, alteração de desenvolvimento de moluscos e anfíbios e decréscimo de fertilidade de aves”, elenca o professor da Unicamp.
No caso do Brasil, insiste o docente, a alternativa de curto prazo para enfrentar esse tipo de problemática é estabelecer novos valores de referência para a potabilidade da água. [...] É claro que um investimento desse tipo pode encarecer o custo de produção da água potável. Entretanto, temos que considerar que determinados compostos acarretam custos sociais ainda maiores, visto que podem trazer sérias sequelas não apenas ao ser humano exposto, com também aos seus descendentes”, pondera.




Foto: Equipamentos de análise são extremamente precisos. 
Fonte:Jornal da Unicamp. www.unicamp.com.br
Acessado em 30/9/2012

sábado, 29 de setembro de 2012

Criado Aedes que não transmite dengue


Pesquisadores da Austrália introduziram bactéria no mosquito

Fundação Oswaldo Cruz iniciou estudos do novo inseto no Brasil<br /><b>Crédito: </b> tânia rêgo / abr / cp
Fundação Oswaldo Cruz iniciou estudos do novo inseto no Brasil
Crédito: tânia rêgo / abr / cp

Cientistas da Universidade de Monash, na Austrália, criaram em laboratório um tipo de Aedes aegypti que não transmite a dengue. Isso foi possível porque os pesquisadores introduziram no mosquito uma bactéria que bloqueia a multiplicação do vírus da dengue. A Fundação Oswaldo Cruz anunciou ontem, no 18 Congresso Internacional de Medicina Tropical, que iniciou a pesquisa do novo mosquito no Brasil. Os testes devem ocorrer em 2014.

Os cientistas introduziram nos ovos de Aedes aegypti a bactéria Wolbachia, presente em 70% dos insetos do mundo. Essa bactéria atua como uma espécie de vacina para o mosquito. A colônia de Aedes com Wolbachia é criada em laboratório e, depois, os insetos são liberados na natureza. Livres, eles se reproduzem com mosquitos locais, e a bactéria é transmitida de mãe para filho pelos ovos.

Além de bloquear a transmissão do vírus da dengue, a bactéria também tem efeito sobre a capacidade de reprodução. As fêmeas com Wolbachia sempre geram filhotes com a bactéria - independentemente da situação do macho. Os óvulos fertilizados das fêmeas sem Wolbachia que se acasalam com machos que tenham a bactéria morrem. Mesmo que uma pequena população de insetos com a bactéria seja introduzida na natureza, rapidamente esse tipo de mosquito se torna maioria. Foi o que aconteceu em Cairns, na Austrália.

"A dengue é uma das quatro doenças mais transmissíveis no mundo. Esse é um estudo extremamente promissor. A tecnologia pode vir a se tornar uma arma muito importante no controle da dengue", destacou o secretário de Vigilância em Saúde, Jarbas Barbosa.
Fonte: www.correiodopovo.com.br
Acessado em: 29/9/2012